David Sides
Este pianista é o seguinte... Hoje vou dar uma passada na Cultura pra procurar o CD dele. Afinal, um artista assim a gente tem que prestigiar.
Ficam aí os vídeos pra quem não o conhece conhecê-lo...
Abraços,
Superstar
Because of You - Ne-Yo
Clocks - Coldplay
Scientist - Coldplay
Umbrella - Rihanna
Far Away - Nickelback
With You - Chris Brown
Linkin Park - In the End
Forever - Chris Brown
quarta-feira, 29 de julho de 2009
sábado, 25 de julho de 2009
Gola em croché tunisiano
Olhem só! Minha estréia no croché tunisiano. Achei que ficou legalzinha a golona que fiz pra minha filha por encomenda dela. Adorei a idéia. Ficou bem fashion vocês não acham?
O ponto usado foi o "barrinha de meia". É bem fácil.
Material
Agulha nº 09
Lã Elegance da Cisne 2 novelos de 100g
Receita!
Colocar na agulha, pontos equivalentes ao dobro da largura de ombro a ombro.
Carreira de 1 meia e 1 palito
na volta sempre arrematando dois.
Ness
Oi gente, hoje este fofinho veio me visitar aqui no blog. É o Ness.
Ness é da minha irmã e do meu cunhado. Eles o compraram a 4 anos atrás.
Algum tempo depois, descobriram que ele estava com cinomose. Todos ficaram desesperados. Mas o amor foi mais forte e eles não mediram esforços para tratá-lo.Então, aí está o Ness com 4 aninhos de muuuuita formosura.rs
Ness é da minha irmã e do meu cunhado. Eles o compraram a 4 anos atrás.
Algum tempo depois, descobriram que ele estava com cinomose. Todos ficaram desesperados. Mas o amor foi mais forte e eles não mediram esforços para tratá-lo.Então, aí está o Ness com 4 aninhos de muuuuita formosura.rs


sexta-feira, 24 de julho de 2009
Macarrão com salsicha rsrsrs
Apresento a vocês a receita de macarrão com salsicha da minha amiga Verinha miudinha. Hahaha adorei! Prestem bastante atenção ao deltalhe hein!
Só a Verinha mesmo...


Não precisa de martelo, serrote ou fita métrica, rs... é só enfiar o macarrão na salsicha e cozinhar hehehe.
Literalmente...o macarrão com salsicha!rs
Scott
Este é o Scott! Mascotinho da minha amiga Aldilene.
A história do Scott é que ele a nove anos atrás estava num Pet tristinho da vida. Minha amiga o comprou e lhe deu um lar bem feliz. Só pela caminha dele vocês podem ver que ele é muito mimado e muito bem cuidado.rs
Scott é um "cachorrinho" lindo, meigo, muito inteligente e amigo.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Inês de Castro
Gostaria de ler este livro. Achei muito interessante esta história de amor.
Conta a história de Inês de Castro e D. Pedro I Rei de Portugal. Antepassado de D.Pedro I o Imperador do Brasil.
Neste fim de semana vou à livraria cultura, pois pesquisei e vi que existem dois livros sobre o assunto.
Inês de Castro era filha natural de Pedro Fernandes de Castro, mordomo-mor do rei Afonso XI de Castela, e de uma dama portuguesa, Aldonça Lourenço de Valadares. O seu pai, neto por via ilegítima de Sancho IV de Castela, era um dos fidalgos mais poderosos do reino de Castela.
Em 1339 o príncipe Pedro, herdeiro do trono português casou-se com Constança Manuel, filha de João Manuel de Castela. Mas seria uma das aias de Constança, D. Inês de Castro, por quem D. Pedro viria a apaixonar-se. Este romance começou a ser comentado e mal aceito na corte e pelo próprio povo. Assim, em 1344 o rei D. Afonso IV mandou exilar Inês no castelo de Alburquerque, na fronteira castelhana. No entanto, a distância não teria apagado o amor entre Pedro e Inês que, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.
Em Outubro do ano seguinte, Constança morreu ao dar à luz o futuro rei Fernando I de Portugal. Viúvo, Pedro mandou Inês regressar do exílio e os dois foram viver juntos em sua casa, o que provocou grande escândalo na corte, para enorme desgosto de El-Rei seu pai. Começou então uma desavença entre o rei e o infante.
D. Afonso IV tentou remediar a situação casando novamente o seu filho com uma dama de sangue real. Mas Pedro rejeitou este projeto, alegando que sentia ainda muito a perda de sua mulher Constança e que não conseguia ainda pensar num novo casamento. No entanto, fruto dos seus amores, Inês foi tendo filhos de D. Pedro: Afonso em 1346 (que morreu pouco depois de nascer), João em 1349, Dinis em 1354 e Beatriz em 1347. O nascimento destes veio agudizar a situação: Durante o reinado de D. Dinis, D. Afonso IV sentira-se em risco de ser preterido na sucessão ao trono devido aos filhos bastardos do seu pai. Agora circulavam boatos de que os Castros conspiravam para assassinar o infante D. Fernando, herdeiro de D. Pedro, para o trono português passar para os filhos de Inês de Castro.
Depois de alguns anos no norte de Portugal, Pedro e Inês tinham regressado a Coimbra e se instalado no Paço de Santa Clara. Mandado construir pela avó de Pedro, a Rainha santa Isabel, foi neste paço que esta rainha vivera os últimos anos, deixando expresso o desejo que se tornasse a habitação exclusiva de reis e príncipes seus descendentes, com as suas esposas legítimas.
A 7 de Janeiro de 1355, o rei enviou Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para matarem Inês de Castro em Santa Clara. Segundo a lenda, as lágrimas derramadas no rio Mondego pela morte de Inês teriam criado a Fonte dos Amores da Quinta das Lágrimas, e algumas algas avermelhadas que ali crescem seriam o seu sangue derramado.
A morte de Inês provocou a revolta de D. Pedro contra D. Afonso IV. Após meses de conflito, a rainha D. Beatriz conseguiu intervir para selar uma paz em Agosto de 1355.
Pedro tornou-se o oitavo rei de Portugal em 1357. Em Junho de 1360 fez a declaração de Cantanhede, legitimando os filhos ao afirmar que se tinha casado secretamente com Inês, em 1354, «em dia que não se lembrava». As palavras do rei e do seu capelão foram as únicas provas desse casamento.
De seguida perseguiu os assassinos de Inês, que tinham fugido para o reino de Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram apanhados e executados (segundo a lenda, o rei mandou arrancar o coração de um pelo peito e o do outro pelas costas, assistindo à execução enquanto se banqueteava). Diogo Lopes Pacheco conseguiu escapar para a França e posteriormente seria perdoado pelo rei no seu leito de morte.
D. Pedro desenterrou sua amada e promoveu a tétrica cerimônia da coroação e do beija mão à rainha morta. Mandou construir os dois esplêndidos túmulos de D. Pedro I e de Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, para onde transladou o corpo da sua amada Inês. Juntar-se-ia a ela em 1367 e os restos de ambos jazem juntos até hoje, frente a frente, para que, segundo a lenda «possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final».
Em 1339 o príncipe Pedro, herdeiro do trono português casou-se com Constança Manuel, filha de João Manuel de Castela. Mas seria uma das aias de Constança, D. Inês de Castro, por quem D. Pedro viria a apaixonar-se. Este romance começou a ser comentado e mal aceito na corte e pelo próprio povo. Assim, em 1344 o rei D. Afonso IV mandou exilar Inês no castelo de Alburquerque, na fronteira castelhana. No entanto, a distância não teria apagado o amor entre Pedro e Inês que, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.
Em Outubro do ano seguinte, Constança morreu ao dar à luz o futuro rei Fernando I de Portugal. Viúvo, Pedro mandou Inês regressar do exílio e os dois foram viver juntos em sua casa, o que provocou grande escândalo na corte, para enorme desgosto de El-Rei seu pai. Começou então uma desavença entre o rei e o infante.
D. Afonso IV tentou remediar a situação casando novamente o seu filho com uma dama de sangue real. Mas Pedro rejeitou este projeto, alegando que sentia ainda muito a perda de sua mulher Constança e que não conseguia ainda pensar num novo casamento. No entanto, fruto dos seus amores, Inês foi tendo filhos de D. Pedro: Afonso em 1346 (que morreu pouco depois de nascer), João em 1349, Dinis em 1354 e Beatriz em 1347. O nascimento destes veio agudizar a situação: Durante o reinado de D. Dinis, D. Afonso IV sentira-se em risco de ser preterido na sucessão ao trono devido aos filhos bastardos do seu pai. Agora circulavam boatos de que os Castros conspiravam para assassinar o infante D. Fernando, herdeiro de D. Pedro, para o trono português passar para os filhos de Inês de Castro.
Depois de alguns anos no norte de Portugal, Pedro e Inês tinham regressado a Coimbra e se instalado no Paço de Santa Clara. Mandado construir pela avó de Pedro, a Rainha santa Isabel, foi neste paço que esta rainha vivera os últimos anos, deixando expresso o desejo que se tornasse a habitação exclusiva de reis e príncipes seus descendentes, com as suas esposas legítimas.
A 7 de Janeiro de 1355, o rei enviou Pêro Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco para matarem Inês de Castro em Santa Clara. Segundo a lenda, as lágrimas derramadas no rio Mondego pela morte de Inês teriam criado a Fonte dos Amores da Quinta das Lágrimas, e algumas algas avermelhadas que ali crescem seriam o seu sangue derramado.
A morte de Inês provocou a revolta de D. Pedro contra D. Afonso IV. Após meses de conflito, a rainha D. Beatriz conseguiu intervir para selar uma paz em Agosto de 1355.
Pedro tornou-se o oitavo rei de Portugal em 1357. Em Junho de 1360 fez a declaração de Cantanhede, legitimando os filhos ao afirmar que se tinha casado secretamente com Inês, em 1354, «em dia que não se lembrava». As palavras do rei e do seu capelão foram as únicas provas desse casamento.
De seguida perseguiu os assassinos de Inês, que tinham fugido para o reino de Castela. Pêro Coelho e Álvaro Gonçalves foram apanhados e executados (segundo a lenda, o rei mandou arrancar o coração de um pelo peito e o do outro pelas costas, assistindo à execução enquanto se banqueteava). Diogo Lopes Pacheco conseguiu escapar para a França e posteriormente seria perdoado pelo rei no seu leito de morte.
D. Pedro desenterrou sua amada e promoveu a tétrica cerimônia da coroação e do beija mão à rainha morta. Mandou construir os dois esplêndidos túmulos de D. Pedro I e de Inês de Castro no mosteiro de Alcobaça, para onde transladou o corpo da sua amada Inês. Juntar-se-ia a ela em 1367 e os restos de ambos jazem juntos até hoje, frente a frente, para que, segundo a lenda «possam olhar-se nos olhos quando despertarem no dia do juízo final».
Pedro e Inês
Fonte dos Amores da Quinta das Lágrimas, Coimbra
Assinar:
Postagens (Atom)















